No início do século XX, num tempo em que as mulheres não tinham dieitos, Ana de Castro Osório tornou-se feminista. A República estava a começar quando escreve e publica o primeiro manifesto feminista português. Defendia que homens e mulheres deviam ser aliados, ter acesso à escola e ao trabalho, os mesmos salários.
Saber ler e escrever eram o princípio da mudança. Por isso abraçou outra causa: criou manuais escolares e editou livros para crianças. Ana, o grande amor do poeta Camilo Pessanha, é considerada a mãe da literatura infantil em Portugal.
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Para ler da autora: Contos, fábulas, facécias e exemplos da tradição portuguesa, documentos digitais em acesso livre na Biblioteca Nacional Digital.


